domingo, 19 de junho de 2011

MEC NÃO QUER ENSINAR


Acabo de ler duas instigantes obras de Zygmunt Bauman: Amor Líquido e Modernidade Líquida. Bauman, um dos mais originais e perspicazes sociólogos da atualidade, vai fundo nos paradoxos da modernidade líquida. Vivemos um tempo de incertezas, de sinais confusos, de ausência de vínculos duradouros. Mas, ao mesmo tempo, o comportamento fluido e relativista acaba, frequentemente, em arrebatos de dogmatismo ideológico. O relativismo, facilmente, transforma-se em autoritarismo.
Recentemente, a imprensa noticiou que, para evitar discriminações, o Ministério da Educação (MEC) quer renunciar ao dever de ensinar. Por exemplo, entende que pode promover o preconceito a explicação em sala de aula de que a concordância entre artigo e substantivo é uma norma da língua portuguesa. Dessa forma, o MEC aconselha a relativizar. Segundo o Ministério, a expressão “os carro” também seria correta. A sociedade, quando se deu conta do que o MEC estava propondo, foi unânime na sua indignação. Afinal, a oportunidade de aprender bem a sua língua deve ser um direito de todos.
Nesse caso, no entanto, penso que está em jogo mais do que a norma culta da língua portuguesa. Implicitamente, o MEC nos diz: na busca por um “mundo mais justo” (sem preconceitos) pode ser aconselhável dizer algumas mentiras. Na lógica ministerial, o conhecimento é munição para a discriminação.
Vislumbra-se aí uma visão de mundo na qual o critério político prevaleceria sobre a realidade das coisas, sobre a verdade. E aqui reside o ponto central, cuja discussão é incômoda para uma sociedade que não deseja utilizar o conceito “verdade”. Este seria apropriado apenas para uma agenda conservadora; os contemporâneos não deveriam utilizá-lo mais.
Mas por que será que a “verdade” é tão incômoda? Porque ainda estamos imersos no sofisma moderno que confunde “ter um conhecimento certo sobre algo” com “ser dono da verdade”. O engano está em equiparar “conhecimento limitado” – que é onde sempre estaremos – com “todo conhecimento é inválido”.
Outro influente motivo para evitar o uso do conceito “verdade” é a aspiração por liberdade. As “verdades” tolheriam a nossa autonomia, imporiam uns limites indesejáveis; no mínimo, acabariam diminuindo a nossa liberdade de pensamento. O MEC – de fato – entende assim: numa sociedade plural, não se poderia ter apenas uma única norma culta para a língua portuguesa. Deixemos os nossos alunos “livres” para escolherem as diversas versões.
Não será que ocorre exatamente o contrário? Quem conhece bem a língua portuguesa tem a liberdade de escolher qual forma – num texto literário, por exemplo – expressa melhor a sua ideia. E pode até abrir mão da norma culta, num determinado momento. Só terá a segurança dessa escolha quem conhecer a norma culta, caso contrário, serão tiros no escuro.
Entre liberdade e verdade não vige uma relação dialética. Elas andam juntas. O que pode provocar um antagonismo com a liberdade é uma versão absolutista de verdade, encarnada pelo sujeito que entende ser o “dono da verdade”. Mas a verdade não é um objeto que se possui. A verdade é o mundo, é a realidade, são os outros. É uma porta que se abre para fora, não para dentro, e por isso pode ser contemplada por todos. Ela é democrática: está acessível a todos.
Já não será hora de superarmos a disjuntiva moderna e estabelecermos uma relação amigável com a “verdade”? Não significa fazer um pacto “espiritual” com o universo ou assinar uma espécie de declaração de alienação, abdicando do uso da inteligência e da crítica. A proposta que aqui se faz nada mais é do que buscar uma relação de honestidade intelectual com a realidade e com os outros.
Penso que essa relação de honestidade intelectual está na origem da cultura ocidental, ainda lá com os gregos. É um processo de aprendizagem, que leva a reconhecer os próprios erros, a revisar as condutas e, ainda que não seja retilíneo, trouxe indubitáveis bens (ainda não plenamente alcançados, mas que indicam a meta): o reconhecimento da dignidade da pessoa humana, o respeito e a valorização da mulher, a rejeição da escravidão, a democracia como expressão dessa dignidade, a tolerância, a compreensão, etc.
Aquilo de que mais nos orgulhamos não foi alcançado brigando com a “verdade”, dizendo que tudo era relativo, que dava na mesma A ou B. Nesta lógica aparentemente ampla – mas que no fundo é estreita (porque não está aberta à realidade e aos outros, impera o subjetivo) -, quem ganha é o mais forte, aquele que grita mais alto. Já não existe um referencial adequado para o diálogo. Ficam as versões. Ficam os discursos. E ficamos à mercê dos Sarneys… E agora também dos Paloccis.
Só mais um último aspecto, agora do ponto de vista pedagógico. A visão do MEC sobre a educação corrobora a constatação feita pela pediatra norte-americana Meg Meeker. Ela considera que as principais dificuldades da educação dos jovens de hoje não são causadas por eles. Na visão dela, o problema não são os jovens – como muitas vezes os moralistas de plantão ou os saudosistas de outros tempos querem culpá-los.
A dra. Meg Meeker, com a experiência de mais de 20 anos atendendo adolescentes e pais no seu consultório, diz que a causa está nos próprios adultos, que diminuíram as expectativas da educação em relação às novas gerações. “Eles não conseguirão fazer isso…” Ou: “É impossível que ajam dessa forma…” Os próprios educadores nivelam por baixo – como se o comportamento ético fosse hoje em dia irrealizável – e depois se dizem decepcionados com os jovens.

Equipe AMV – Há outros levantamentos, de outros pesquisadores que comprovam esta tese, que postaremos aqui em outra oportunidade.

Ministério da Educação: os alunos saberão fazer bom uso das regras de português. Não lhes impeça o acesso ao conhecimento e, principalmente, não lhes negue um dos principais motores para o crescimento pessoal: a confiança.

Equipe AMV – No tempo em que ainda havia respeito pela educação pública, o aluno era incentivado a alcançar um parâmetro acima – perfeitamente alcançável – e não um parâmetro inferior de educação. Pensamos que esta nova proposta seja apenas mais uma forma de excluir os já excluídos, ou seja, os pobres que utilizam a escola pública e os livros do MEC.

Por Carlos Alberto Di Franco
Fonte: O Estado de S. Paulo, 30/05/2011

terça-feira, 14 de junho de 2011

PAINÉIS D´ÁFRICA

http://i969.photobucket.com/albums/ae176/alexandrehimura/paineis-1.jpg


Bom pessoal, pedimos desculpas pelo atraso, mas, antes tarde do que nunca. Ainda é tempo. E vamos à luta...!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

BIBLIOTECA DIGITAL DA CASA FERNANDO PESSOA - LISBOA

Os livros da biblioteca particular de Fernando Pessoa  estão disponíveis para consulta gratuita on line no site - http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt - da Casa Fernando Pessoa, que fica em Lisboa. O acervo é riquíssimo e o site é bilingue (português e inglês). Lá também se encontram as obras de seus heterônimos Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro.


É comum serem utilizados poemas de Fernando Pessoa ou de um de seus heterônimos nas provas de vestibular e/ou do ENEM, portanto, vale a pena acessar e aprender até porque, ler Fernando Pessoa não é sacrifício nenhum.


Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
Apesar de todos os desafios,
Incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
E se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
Mas ser capaz de encontrar um oásis
No recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica,
Mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou
Construir um castelo ...

Fernando Pessoa

ACORDO ORTOGRÁFICO - USO DO HÍFEN







Nessa série do Cordel Ortográfico, da TV Brasil, é abordada a questão do hífen na nova ortografia da Língua Portuguesa. Talvez esta parte, de todas as mudanças, seja a mais complexa. A professora Suelen dedicará uma aula exclusivamente a isso no dia 14 de Junho. Agora é só assistir e aprender.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

OBSERVATÓRIO DAS FAVELAS - METRÔ MANGUEIRA ENTRE ESCOMBROS


Direito à cidade - 24/05/2011 11:16
Entre escombros
Por Thiago Ansel

Entre Escombros. É assim que vivem hoje moradores e comerciantes da favela Metrô Mangueira (Maracanã, Zona Norte) que discordam da remoção da comunidade nos termos atualmente impostos pela prefeitura. O local foi, na última sexta-feira (20), um dos destinos da visita de três dias (18, 19 e 20) da missão da Relatoria do Direito à Cidade da Plataforma Dhesca (Direitos Humanos Econômicos Sociais e Ambientais) para avaliar os impactos das obras da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. O último dia da missão contou ainda com a participação especial da relatora para o direito à moradia adequada da ONU, a urbanista brasileira Raquel Rolnik.
Acompanhado por moradores e jornalistas, o grupo da Plataforma Dhesca encontrou, na medida em que caminhava para dentro favela, cenários que lembraram os de uma guerra: casas habitadas em meio a montanhas de entulho deixadas para trás, imóveis abandonados, alguns parcialmente destruídos. Isto tudo bem ali, ao lado do Maracanã e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
A relatora da ONU, que já esteve em comunidades na mesma situação em outros estados do Brasil, disse acreditar que estas demolições em diferentes pontos da favela fazem parte de uma estratégia da administração municipal para pulverizar a degradação no local, com o objetivo vencer os moradores pelo cansaço. “A prefeitura negocia individualmente, consegue remover um morador, derruba sua antiga residência e isso vai degradando toda a comunidade, de modo que fique insuportável continuar no local. Às vezes nem se dão ao trabalho de demolir as casas por completo, eles quebram só o suficiente para marcar o espaço, para criar um ambiente super degradado para os moradores. As pessoas ficam com medo”, afirma.

A presidente da Associação de Moradores da favela do Metrô, Francicleide Souza, questiona as ações da prefeitura
A presidente da Associação de Moradores da favela do Metrô, Francicleide Souza, questiona as ações da prefeitura
A presidente da Associação de Moradores da favela Metrô Mangueira, Francicleide Souza, informou à missão que está profundamente insatisfeita. Para ela, a maneira como as remoções vêm sendo conduzidas resulta de decisões questionáveis do ponto de vista ético, por parte da administração municipal. “A estratégia da Prefeitura é minar. Quando ela foi derrubando as casas, começaram os assaltos. As pessoas ficaram isoladas e isso facilita a ação dos ladrões. Alguns moradores foram para casas de parentes com medo. E quem sai, perde o direito sobre o seu imóvel”, revela.

Francicleide diz que a falta de diálogo é, até agora, uma das marcas da ação da prefeitura no local. O projeto para área, por exemplo, ainda não foi apresentado à comunidade. “Eles não mostram porque estão aprontando alguma coisa. Quando você joga limpo, qual a razão para não mostrar? Falam em construir uma praça de recreação, mas, se os moradores forem retirados daqui, para quem vai ser a praça?”, questiona.
O relator do direito humano à cidade da Plataforma Dhesca, Orlando Santos Jr., lembra que aqueles moradores removidos que receberam compensação financeira, foram indenizados apenas pelo imóvel construído, pois a prefeitura - contrariando a Constituição Federal e o Estatuto das Cidades - não reconhece o direito destas pessoas de serem compensadas também com base no valor do solo que ocupam. “Nesse caso, também há o risco da valorização fundiária do solo urbano, decorrente das obras em curso, ser apropriada por outros agentes - capital imobiliário, capital financeiro, classes médias e elites-, evidenciando um caso de injustiça social”, adverte Santos Jr.

Descumprimento das leis
O artigo 429 da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro trata da urbanização, regularização fundiária e titulação dos espaços favelados. Ele determina que a remoção seja feita somente quando as condições físicas da área ocupada passem a representar risco para os moradores. Em casos de desocupação, a lei exige a participação da comunidade na elaboração de soluções, além de determinar que o reassentamento seja feito em localidades próximas dos locais de residência ou trabalho dos ex-moradores.
No remanejamento de parte das famílias da Metrô Mangueira a lei foi ignorada. Das cerca de 700 famílias que ali viviam, pouco mais da metade foi realocada. Deste total, 90 famílias foram reassentadas em Cosmos, Zona Oeste, há aproximadamente 45Km da favela. As demais foram transferidas para o conjunto habitacional Mangueira 1, bem próximo da comunidade. Estima-se que 320 famílias permaneçam na favela Metrô Mangueira.

Truculência e coação
O morador e comerciante local, Marcelo Moraes, conta que nos primeiros contatos com a população local, os agentes da prefeitura adotaram uma postura truculenta. “No início eles estavam agindo de forma bem agressiva. Quem não aceitasse ir para Cosmos ia ser retirado de sua casa - que seria demolida - e encaminhado para um abrigo, ou então receberia um aluguel social. O pessoal da associação se juntou à Defensoria Pública, Pastoral das Favelas e alguns grupos que lutam contra essas desocupações de favelas e conseguimos uma vitória que foi a transferência das famílias para o Mangueira 1. Os condomínios lá não seriam para o pessoal daqui. Eles eram para o pessoal da Mangueira que está em área de risco”, revela.
O comerciante diz ainda que a prefeitura, ao realocar os moradores no conjunto habitacional, negligenciou completamente a relação entre as dimensões e os valores dos imóveis demolidos e os das novas moradias. “Quem tinha uma casa do tamanho de um ovo e quem tinha casa de dois andares foi para um apartamento do mesmo tamanho. A prefeitura não olhou por esse lado”, conta Marcelo.

Uma das casas parcialmente demolidas: degradação da comunidade
Uma das casas parcialmente demolidas: degradação da comunidade


A prefeitura também não apresentou projeto para o comércio na área. Segundo a também moradora e comerciante, Thaís Pedreira, grande parte das pessoas que têm comércios na favela residem ali. Thaís diz que embora os comerciantes e moradores já tenham participado de reuniões com o secretário municipal de habitação, Jorge Bittar, não houve ainda a apresentação de qualquer proposta concreta. “Nas reuniões só houve promessas. Documentos não existem, não tem nada por escrito. O projeto que o Bittar mostra é de 1999. Sabemos que ele não vai querer implantar um projeto feito por outro político”, declara a moradora. 

O papel da Plataforma Dhesca
A missão tem como principais objetivos dar visibilidade aos casos de violação do direito à moradia e cobrar respostas concretas do poder público para situações como as da favela Metrô Mangueira. De acordo com o relator, Orlando Santos Jr., em um mês ficará pronto o relatório oficial da missão.
Nesta visita de três dias, a Plataforma Dhesca buscou contribuir para fortalecer a mediação entre as comunidades no caminho das obras dos mega eventos e o poder público. Segundo o relator, as soluções devem passar pela garantia de opções para os moradores que estão sendo desalojados. “O melhor caminho inclui indenização justa, englobando o valor do solo urbano independente da situação fundiária, e opção de reassentamento na mesma área”. Estas medidas servem para garantir a manutenção dos laços culturais e comunitários, bem como a inserção no mercado de trabalho já estabelecidos pelos moradores, não só da Metrô Mangueira, mas em todos os espaços onde estão acontecendo as remoções.

Observatório das Favelas:

DOMINGO É DIA DE CINEMA - 05 DE JUNHO

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DOMINGO dia 5 de JUNHO será DIA DE CINEMA, às 9h no Odeon!
O filme será Narradores de Javé e o debate será Grandes projetos, grandes problemas?
Para o debate contaremos com a presença de: Carlos Walter (professor da UFF), Flavia Vieira (professora da UFRRJ) e Sergio Ricardo (ambientalista).

Nos encontramos lá!


ENEM 2011 - "O SEGREDO ESTÁ NO NOTICIÁRIO"

Segundo reportagem do informativo do Metrô Rio - Metroeducação - levada à sala pelo Professor Rony, de Matemática, o segredo para uma boa prova está no noticiário. E como a finalidade da AMV é ver seus alunos passando no vestibular e/ou no ENEM, decidimos postar alguns trechos desta matéria para abrir uma série de postagens voltadas para essas provas.

Vamos às dicas do informativo:

A inscrição para o ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio - só é feita pela internet pelo sítio http://www.inep.gov.br/. Foram abertas no dia 23 de Maio e vão até o dia 10 de junho.

NÃO DEIXEM PARA A ÚLTIMA HORA!!!

Precisa ter em mãos CPF e RG.

Durante a inscrição, é preciso criar uma senha e memorizá-la porque ela será necessária para acessos futuros.

A inscrição custa R$ 35,00 (Trinta e Cinco Reais) e o boleto pode ser emitido na hora. Estudantes que concluíram o ensino médio na rede pública têm isenção, bem como aqueles que optarem por declarar carência.

Para os estudos:

É preciso dedicação e horas de estudo;

São quase cinco meses até a prova, agendada para 22 e 23 de Outubro;

Além das disciplinas convencionais, como história, geografia e matemática, a prova do ENEM exige conhecimentos atuais e interpretação de gráficos;

É fundamental acompanhar o noticiário e ler jornais porque os acontecimentos cotidianos são usados nas questões da prova, por isso é importante estar atualizado;

20% do tempo de estudo diário deve ser dedicado para a leitura de jornais para acompanhar as notícias;

É indicado fazer as provas dos anos anteriores para ir treinando;

A redação conta muitos pontos. É preciso ter um bom vocabulário e saber ordenar suas idéias;

Na hora da prova, o ideal é fazer as questões fáceis primeiro e depois as difíceis. O chute deve ser usado como último recurso. Como a prova é de alternativas, o candidato deve tentar eliminar as opções mais improváveis antes do chute;

No Rio, Unirio e Rural já usam o exame como forma única de acesso à graduação. Contudo, outras universidades também estudam a adoção do exame em substituição aos vestibulares. A UFF, este ano, vai manter 20% das vagas destinadas ao ENEM, mas, segundo o reitor reeleito Roberto Salles, em 2012, o vestibular da instituição deve ser extinto.
Mesmo destino deve ter o concurso de acesso à UFRJ. O novo reitor da federal, Carlos Levi, que vai tomar posse em julho, já manifestou vontade de aderir 100% ao ENEM ainda este ano. No entanto, a decisão está nas mãos do Conselho Universitário, que não sabe se vai ter tempo hábil para promover a mudança.

Para a prova:

Pontuação da prova - dividida em cinco notas: matemática, ciências da natureza (física, química e biologia), ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia), linguagens (língua portuguesa, artes e literatura) e redação.

Dinâmica - no primeiro dia de ENEM os candidatos terão 4 horas e meia para realizar 90 questões. Já no segundo dia, os candidatos terão 5 horas e meia para fazer 90 questões mais uma redação.

O que levar - RG e caneta preta - no ano passado só podia levar isso.

Não leve - lápis, borracha e celular são proibidos.


Para ler na íntegra: http://metropoint.com/